Abertura   Editorial   Colunistas   Contato  
 
     
 
 
   
  PSICANALISTA
POLÍTICO
  BOATOS E
FAKE NEWS
  RESENHAS
LITERÁRIAS
  FUTEBOL
DE VÁRZEA
  OPINIÃO DOS
PARCEIROS
  DIVULGAÇÃO
CIENTÍFICA
 
 
 

 

Blog Boatos e Fake News
por Catiane Pereira Alexandre


Catiane Pereira Alexandre é graduanda em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Nasceu em 1998, no estado da Bahia, porém se naturalizou no estado do Rio de Janeiro, mais precisamente, na baixada fluminense. Zela pela justiça. Apreciadora da leitura. Singular.






Um novo questionamento surge no ar: Usar celular causa Câncer?
Por: Catiane Pereira Alexandre em 17/12/2018

Ao longo dos anos, o celular tem ganhado cada vez mais importância no dia a dia e nos vemos mais e mais dependentes dessa tecnologia. Ele agiliza muitas tarefas, nos conecta facilmente as pessoas e lugares distantes em instantes; além de facilitar compras online, por exemplo.

A internet móvel utiliza a radiofrequência para a conexão, que acontece porque nossos celulares emitem ondas eletromagnéticas. O perigo potencial que elas representam para a saúde interessa a ciência há vários anos.

Não é de hoje que se suspeita que ondas de celulares causem câncer no ser humano. Sabe-se que assim como o micro-ondas e o rádio, o celular utiliza um tipo de radiação com energia, conhecida como radiação não ionizante. Ao contrário da energia ionizante, usada em máquinas de raios-X ou tomografia computadorizada, a energia liberada pelos celulares não é comprovadamente suficiente para provocar alterações nas células corporais e levar ao surgimento de tumores cerebrais ou câncer em qualquer parte do corpo.

Entretanto, um relatório que acaba de ser divulgado pelo Programa Nacional de Toxicologia – agência ligada ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos – revelou que a exposição prolongada de ratos e camundongos às ondas 2G e 3G é responsável por cânceres cardíacos nos animais.

O estudo, encomendado pela FDA – a agência federal americana que avalia e autoriza a utilização de medicamentos e o efeito de novas substâncias – demorou dez anos para ficar pronto. A RFI entrevistou com exclusividade o cientista americano John Bucher, um dos responsáveis pelo estudo.

Segundo Bucher, os animais foram expostos de maneira constante à radiofrequência dentro do útero, desde que tinham 5 ou 6 semanas de idade. Os ratos foram colocados dentro de um compartimento fechado, onde ondas eram distribuídas de maneira aleatória.
Os resultados de tal pesquisa, ainda, não podem ser comparados em humanos. No entanto, notou-se que os ratos machos submetidos a altos níveis de radiação desenvolveram tumores cardíacos.

Nesse sentido, fica o alerta de que os celulares podem sim ser prejudiciais à saúde, e em todo caso, é bom precaver-se e evitar dormir com os celulares próximos. Vários estudos vêm sendo feitos na Europa sobre o tema, o que explica a recomendação de cientistas que estudam o tema de desligar o celular na hora de dormir. Uma boa dica também é usar o celular no modo Alto Falante na hora das ligações, para não manter o cérebro muito próximo à radiação.

É necessário afirmar também que, apesar dos indícios, ainda não se pode provar como a radiofrequência age de fato no organismo humano.











Post posterior
O grande abismo: estudo revela que estudantes de escola pública têm menos chances de ingressar em universidades
 
Post anterior
4 governadores seguidos do Rio de Janeiro já passaram pela prisão




 



Psicanalista Político
Boatos e Fake News
Resenhas Literárias
Futebol de Várzea
Opinião dos Parceiros
Divulgação Científica
 

Abertura
Editorial
Colunistas
Contato