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Blog Divulgação Científica
por Lucas Bulhões


Lucas Bulhões é graduando em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. Carioca, ávido consumidor de conteúdo audiovisual e ansiosamente curioso.






Sirius, o novo acelerador de partículas brasileiro
Por: Lucas Bulhões em 05/12/2018

Atualmente em fase final de construção, o Brasil está prestes a se tornar o país com o acelerador de partículas mais moderno de sua categoria em todo o mundo. Sirius, nome dado ao equipamento, será instalado em Campinas, no interior do Estado de São Paulo, e representa um marco para os avanços científicos no país.

O acelerador, que foi construído e é gerenciado pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, o CNPEM, conta com investimentos federais unidos a iniciativa privada. Segundo o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o projeto está orçado em 1,8 bilhões, dos quais 1,3 já foram usados.

Equipamentos do tipo fornecem energia a feixes de partículas subatômicas eletricamente carregadas, e o Sirius se destaca pelos avanços na geração de luz síncroton, capaz de revelar as estruturas de proteínas, vírus, rochas, plantas e ligas metálicas em alta resolução. A aceleração das partículas, devido a campo elétricos e magnéticos, permite que seja possível lidar com espectros de radiação, como o ultravioleta, infravermelho e raio-x em três dimensões.

O antigo acelerador do país, já considerado defasado para os padrões atuais, foi responsável por decifrar um modelo proteico usa na reprodução do zika vírus, e agora com o Sirius, os avanços em saúde, agricultura, energia e meio ambiente serão ainda maiores, como em tratamentos de outras doenças e na criação de vida vegetal mais resistente, por exemplo.

Universidades e empresas também irão agregar ao projeto, com sua produção de pesquisa científica. Espera-se que no segundo semestre de 2019 o novo acelerador já esteja em pleno funcionamento.











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