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Blog Psicanalista Político
por Danielle Alvarenga


Danielle Alvarenga cursa o segundo período de Jornalismo na Universidade Federal Fluminense.






O golpe que nunca termina
Por: Danielle Alvarenga em 26/12/2018

O golpe de 2016 parecia finalizado com a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, porém no dia 6 de dezembro mais uma faceta desse esquema idealizado para “estancar a sangria” surgiu, novamente desenhando como alvo a ex-presidenta Dilma Rousseff.

O Ministério Público Federal quer punir Dilma e outros cinco por impunidade administrativa por causa das pedaladas fiscais ocorridas entre 2011 e 2014. Alegando que utilizaram desse meio para garantirem uma imagem positiva na mídia e esconder a crise econômica do país, o MPF quer os direitos políticos retirados de 5 a 8 anos e pagamento de multa.

O procurador da República é Ivan Claudio Garcia Marx, que em julho deste ano possuía um discurso muito semelhante ao dos advogados da ex-presidenta em sua defesa. Ivan Marx chegou a pedir o arquivamento do processo de investigação das pedaladas fiscais, justificando seu pedido ao afirmar inexistência do crime. Porém, após cinco meses e com a eleição de um candidato que se promoveu através de um sentimento antipetista, o procurador decide não só resgatar a notícia falsa sobre as pedaladas, como também punir Dilma Rousseff pelo suposto crime.

Afinal, o que fez a opinião do procurador mudar tão drasticamente?









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