Abertura   Editorial   Colunistas   Contato  
 
     
 
 
   
  PSICANALISTA
POLÍTICO
  BOATOS E
FAKE NEWS
  RESENHAS
LITERÁRIAS
  FUTEBOL
DE VÁRZEA
  OPINIÃO DOS
PARCEIROS
  DIVULGAÇÃO
CIENTÍFICA
 
 
 

 

Blog Boatos e Fake News
por Danielle Alvarenga


Danielle Alvarenga cursa o segundo período de Jornalismo na Universidade Federal Fluminense.






Marielle Franco e sua força política - 2018 está chegando ao fim, a morte da deputada ainda não tem solução, mas suas lutas reverberam por nossa sociedade
Por: Danielle Alvarenga em 07/12/2018

A morte de Marielle Franco, ocorrida em março de 2018, permanece sem previsão de solução e a mídia é cada vez mais afastada do caso. Contudo, duas leis de sua autoria foram sancionadas recentemente, provando que a voz da deputada ainda ecoa em nossa sociedade.

A primeira legislação institui o dia 25 de julho como o Dia da Tereza de Benguela, mulher negra que comandou um quilombo, e Dia da Mulher Negra. A importância da lei está na marginalização da mulher, principalmente a negra, na história brasileira e mundial. A criação de um dia para a comemoração do papel da mulher negra na sociedade permite que a atuação feminina entre em evidência e possa ser relatada. Dessa forma, cria-se um caminho para que a desigualdades entre gêneros na sociedade sejam reduzidas.

A segunda lei, sancionada no dia 5 de setembro de 2018, cria o Dossiê da Mulher Carioca. De acordo com a nova legislação, o município deverá reunir anualmente um relatório com estatísticas sobre mulheres que utilizaram políticas públicas na cidade do Rio de Janeiro, inclusive em casos sobre violência. Marielle percebia a necessidade de um registro da violência contra a mulher para que medidas fossem tomadas de forma mais eficiente. A nova lei vai permitir uma análise mais profunda sobre os fatores que geram as agressões contra a mulher e como combatê-los.

Em sua justificativa, Marielle explica a existência de um registro de casos de violência contra a mulher através do Dossiê da Mulher, mas demonstra sua ineficiência, uma vez que utiliza dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro através de denúncias realizadas em delegacias. A deputada relembra que o crime possui uma das menores taxas de denúncia no mundo, dessa forma é quase impossível estabelecer uma análise satisfatória desse problema.

As duas leis sancionadas por Marcelo Crivella revelam a preocupação de Marielle em defender as minorias do país e planejar mudanças que ocorram a longo prazo e sejam eficientes. Sua presença política e ideias resistem mesmo após a sua morte.











   
Post anterior
Médicos cubanos não tinham diploma?




 



Psicanalista Político
Boatos e Fake News
Resenhas Literárias
Futebol de Várzea
Opinião dos Parceiros
Divulgação Científica
 

Abertura
Editorial
Colunistas
Contato