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Blog Futebol de Várzea
por Felipe Pena


Felipe Pena é jornalista, psicólogo, roteirista e professor da UFF.

Doutor em literatura pela PUC, com pós-doutorado em semiologia pela Sorbonne, é autor de 15 livros e diretor do documentário "Se essa Vila não fosse minha". Visiting Scholar na New York University.

Foi sub-reitor da Universidade Estácio de Sá entre 1999 e 2004 e comentarista do Estúdio I, na Globonews, entre 2013 e 2015.

Escreve semanalmente no Jornal Extra.






Campelo será o Judas de São Januário? A colônia portuguesa vai conviver com essa vergonha?
Por: Felipe Pena em 05/03/2018

Alexandre Campello foi indicado para ocupar a vice-presidência do Vasco na chapa liderada por Julio Brant, que, pela tradição do clube, deve ser eleito presidente hoje à noite. O problema é que o cargo é escolhido pelos 300 conselheiros do clube e Campello está à frente de uma conspiração para trair seu companheiro de chapa, lançando-se à presidência de froma independente.

A traição de Campelo é dupla. Primeiramente, porque que tinha um acordo com Brant para ser seu vice e, ao derrubá-lo, mostra que não tem caráter, não tem palavra. Segundo, porque fez campanha contra Eurico Miranda e, agora, conta com o apoio do nefasto ex-presidente para dar o golpe. Em outras palavras, através de Campello, Eurico permanece no Vasco.

Dos 300 conselheiros que participam da eleição de hoje, 150 são natos. A outra metade está dividida da seguinte maneira: 120 para a chapa vencedora (Brant) e 30 para a chapa que ficou em segundo lugar (Eurico). Mas Campello indicou 47 conselheiros da chapa de Brant e, para dar o golpe, deve se juntar aos aliados de Eurico que são membros natos do conselho (a maioria da colônia portuguesa) e aos 30 que foram eleitos agora.

É essa a matemática do Judas de São Januário.

Se Campello for eleito presidente do Vasco, o clube perde definitivamente sua credibilidade. E a colônia portuguesa no Rio ficará marcada pela chaga da traição.

É muita vergonha.











Post posterior
O churrasco da Copa será com veneno.
 
 




 



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