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O jornalismo literário nas imagens de Freud e Lacan


As reflexões apresentadas são uma tentativa de diálogo com o François Jost (2007), que propõe a utilização do conceito de promessa no lugar da idéia de pacto de leitura para o estudo dos gêneros, além de analisar a constituição das imagens em sua relação com a realidade. Para tanto, a opção metodológica se concentra sobre o conceito lacaniano de desejo, articula-se com o pensamento de Sigmund Freud e esboça caminhos para uma teoria psicanalítica do jornalismo.



A perna coxa da tecnologia


Levando em conta os símbolos de uma das representações mitológicas mais significativas sobre a técnica, a de Hefestos, o deus coxo, tentamos resgatar o alerta sobre a ambigüidade e as limitações da tecnologia. Nosso principal objetivo é discutir algumas das imagens da subjetividade no âmbito da cibercultura e suas conseqüências nas formas de socialização e apreensão da realidade na contemporaneidade. Partimos da hipótese de que sob o modelo de sujeito descentrado e sem limites presente no imaginário das novas tecnologias, há um indivíduo que chamamos de náufrago da polissemia, ou seja, sob a metáfora dos mares polissêmicos, na verdade naufraga um sujeito incapaz de dar conta dessas múltiplas significações. E esse naufrágio pode revelar fantasias totalitárias de controle ilimitado sobre a vida humana, com desejos de transcender, inclusive, a própria morte.



A teoria do jornalismo no Brasil


As reflexões críticas sobre o jornalismo no Brasil tomaram corpo após 1950, mas só ganharam o respaldo definitivo da universidade na década de 1970, graças ao trabalho do professor José Marques de Melo. Não tenho dúvidas em afirmar que a dedicação de nosso decano - aliada ao seu prestígio acadêmico – foi a pedra angular do que hoje podemos chamar de Teoria do Jornalismo em nosso país.



Biografias em fractais


A obsessão em dominar a natureza esconde a verdadeira obsessão do homem: dominar o caos, ou, em outras palavras, ter previsões seguras que evitem a queda no abismo. Para isso, ele inventou a ciência e tratou logo de criar leis deterministas que dessem estabilidade aos fenômenos naturais.



Jornalistas e reconstruções de vidas


O artigo tem como objetivo propor uma reflexão epistemológica sobre a construção do discurso biográfico por profissionais do jornalismo. Pretendemos abordar as relações com as fontes, as diferenças entre realidade e ficção e a projeção que a mídia dá aos fatos, inclusive no estudo da Nova História sobre os eventos de curta e longa duração. Por outro lado, além de encaminhar uma discussão de gêneros, queremos examinar as inúmeras possibilidades narrativas tanto no campo do jornalismo, como da história e da literatura.



No jornalismo não há fibrose 2


No jornalismo, não há fibrose. O tecido atingido pela calúnia não se regenera. As feridas abertas pela difamação não cicatrizam. A retratação nunca tem o mesmo espaço das acusações. E mesmo que tivesse, a credibilidade do injustiçado não seria restituída, pois a mentira fica marcada no imaginário popular. Quem tem a imagem pública manchada pela mídia não consegue recuperá-la. Está condenado ao ostracismo.



O Repórter de TV foi atropelado


Este artigo tem como objetivo estudar alguns processos de produção do discurso jornalístico, revelando estratégias narrativas que se ocultam por trás da construção da notícia e da aparente neutralidade da veiculação mediática. Utilizando os referenciais teóricos da escola francesa dos Annales, o texto busca aproximar as narrativas da história e do jornalismo, por meio da análise de um evento comum que, reelaborado a partir de estratégias retóricas, converte-se em “notícia”.



Sistematizações da teoria do jornalismo pelo mundo


Reflexão crítica das diferenças nas classificações entre americanos e brasileiros, embora haja uma clara influência dos primeiros não só nos estudos realizados no Brasil, como também em algumas reflexões européias, em especial as do espanhol Lorenzo Gomis e do português Nelson traquina.









 



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