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Haddad convoca para manifestações: “amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos”
Por: Redação (Revista Fórum) em 14/05/2019

A política de reajuste do salário mínimo só será definida perto do fim do ano e depende do avanço das reformas estruturais, principalmente a da Previdência, disse hoje (14), o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em audiência na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso, ele esclareceu que o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020 apenas faz estimativas da correção pela inflação, sem estabelecer uma política definitiva sobre o tema.

De acordo com o ministro, o governo pode até conceder reajustes reais (acima da inflação), caso as reformas sejam aprovadas, e a economia volte a crescer com mais vigor. “Não definimos a política de salário mínimo. Isso naturalmente passa pelas reformas. Podemos seguir, ano a ano, observando. Se a conjuntura for favorável e as reformas progredirem, obtemos fôlego para anunciarmos algo mais à frente e mais audacioso”, declarou Guedes.

O ex-ministro da Educação mais bem avaliado da história do Brasil, Fernando Haddad, usou a sua conta do Twitter, na manhã desta terça-feira (14) para convocar a todos par as manifestações da próxima quarta-feira: “Amanhã é dia de começar a salvar o país destes lunáticos”, escreveu.


Cortes sucessivos de verbas

Em sua postagem, Haddad anexou matéria do Estadão sobre os cortes sucessivos de verbas que provocam autoexílio de cientistas para o exterior. Reportagem de Isabela Palhares, na edição desta terça-feira, revela que o cenário anunciado por Jair Bolsonaro (PSL), com cortes para a área e declarações do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que o investimento em pesquisa e pós-graduação não será prioridade do atual governo, está provocando a migração de cientistas e pesquisadores brasileiros em busca de recursos para dar continuidade aos estudos.

“Os cientistas não saem mais do País por opção, mas por ser a única chance de continuar fazendo o seu trabalho. O Brasil não encara educação e ciência como prioridades. Isso não começou agora com o (governo Jair) Bolsonaro, já se tornou uma rotina. O que agrava a situação nesse momento é a postura e as declarações de desprezo do novo governo com a ciência”, diz Helena Nader, membro da Academia Brasileira de Ciências e do Conselho Superior da Capes.











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