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O blog é voltado ao jornalismo de expressão e narrativas independentes; direcionado às grandes questões políticas de nosso país.





Após propagandear a ameaça do general no JN, a Globo finge criticá-lo em editorial mandrake
Por: Kiko Nogueira (DCM) em 04/04/2018

No dia seguinte à leitura da chantagem de Villas Boas por William Bonner, que recitou os tuítes no Jornal Nacional como se fossem uma receita de bolo de mandioca, a Globo se posicionou com um editorial mandrake no jornal do grupo.

“O general avançou o sinal da Constituição”, diz a família Marinho. “Não cabe a um chefe militar opinar sobre questões políticas ou judiciais”.

Ora, se a gravidade é dessa monta, por que isso não foi dito na televisão?

Ou ninguém entendeu as palavras do comandante do Exército naquele momento? A burrice não é só do Bonner?

Claro que não.

A ideia é, sempre e cada vez mais, subestimar a inteligência dos brasileiros.

Não precisa mais pedir desculpas 50 anos depois, como no caso do apoio ao golpe de 64.

Agora é em menos de 24 horas, com o estrago feito. Se colar, colou.

Eis a peça:

O cidadão Eduardo Villas Bôas poderia compartilhar suas dúvidas sobre quem pensa “no bem do país e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais”. Mas o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, não deveria.

Eduardo Villas Bôas poderia compartilhar “o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição”, mas não em nome do Exército, tampouco às vésperas do julgamento de habeas corpus impetrado pelo ex-presidente Lula.

O general avançou o sinal da Constituição, mesmo que isso tenha acontecido impulsionado por reais preocupações com desdobramentos decorrentes da concessão do habeas corpus pelo Supremo, numa quebra injustificável da jurisprudência da Corte, de que sairá vitoriosa a impunidade.

As instituições republicanas estão suficientemente fortes para, por meio da Constituição, contornar-se qualquer recuo na luta contra a corrupção. A mesma Carta a que estão submetidas as Forças Armadas, sob comando do poder civil. Não cabe a um chefe militar opinar sobre questões políticas ou judiciais.

Quaisquer que fossem suas intenções, a manifestação foi inadequada.











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